Congresso Artefatos da Cultura Negra começa nesta terça (18) no Cariri


Congresso Artefatos da Cultura Negra terá inicia nesta terça (18) no Cariri (Foto: Reprodução/Divulgação/Arquivo)

A nona edição do Congresso Artefatos da Cultura Negra acontece de 18 a 22 de setembro. É uma realização da Universidade Regional do Cariri (Urca), Universidade Federal do Cariri (UFCA) e Instituto Federal do Ceará (IFCE) - campus Juazeiro do Norte .

O Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Gênero e Relações Étnico-Raciais (NEGRER), Grupo de Valorização Negra do Cariri (GRUNEC), Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira (UFC) também participam do congresso que se configura como um importante espaço de formação nas temáticas da Africanidade e Afrodescendência no Cariri cearense.

A finalidade é abrir um possível caminho de enfrentamento às práticas e conceitos racistas historicamente construídos, uma vez que apresenta abordagens propositivas e potencializadoras de processos de empoderamento.

Desde sua primeira edição, em 2009, tem se configurado enquanto importante espaço de formação de professores, estudantes de graduação, ativistas dos movimentos sociais e potencializado a produção acadêmica na temática.

Dessa forma, o Congresso Artefatos da Cultura Negra tem se constituído enquanto espaço importante de formação política, pedagógica e cultural pautando a necessidade de construção de uma educação antirracista que positive a presença negra na história e na cultura brasileira.




As discussões promovidas no evento assumem um caráter interdisciplinar e de diálogo estreito com os grupos que preservam a cosmovisão africana no Cariri cearense.

Nesta edição, o evento promoverá mesas de debates, feiras culturais, oficinas, minicursos, lançamentos de livros, atividades culturais, sessões de apresentação de trabalhos de pesquisa, relatos de experiências, dentre outros.

Será realizada também, como parte da programação do Congresso, a I Mostra de Cinema Africano do Cariri Cearense, com exibições de documentários acompanhadas de rodas de conversa em várias comunidades da região do Cariri cearense: quilombos, ONGs, escolas de educação básica, praças públicas e outros lugares.




Por João Boaventura Neto
Miséria.com.br

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