Pelo fim da violência contra a mulher da Região do Cariri; 3ª edição da campanha


III Edição da Campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência contra as mulheres será aberta nesta quarta-feira, 28, na Urca (Foto: Reprodução)


Com o tema Trilhando Caminhos pelo Fim da Violência contra a Mulher: Dignidade, Acesso e Humanização no Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência, será aberto o Observatório da Violência e dos Direitos Humanos da Região do Cariri, nesta quarta-feira, dia 28, a partir das 8h no Salão de Atos da Urca.

Será a III Edição da Campanha dos 16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as mulheres. Na ocasião, serão apresentados e discutidos os dados do monitoramento da violência contra mulher, realizados pela equipe do Observatório.

A campanha está ocorrendo desde o dia 21 de novembro e vai até 10 de dezembro de 2018 e conta com várias atividades. 

Dentro da programação já correu a II Mostra de Trabalhos de Pesquisa e Extensão em Saúde: Violência e Violação dos Direitos das Mulheres, que teve o objetivo de apresentar trabalhos de abrangência multidisciplinar, relacionado com o público feminino/violência/violação dos direitos. Este evento aconteceu no último dia 21.

Sobre o Observatório

O Observatório da Violência e dos Direitos Humanos da Região do Cariri é uma iniciativa da Universidade Regional do Cariri (Urca) tem como finalidade tornar-se referência regional no monitoramento e enfrentamento da violência e do desrespeito aos direitos humanos nesta região, a partir do monitoramento de dados sobre a violência e o desenvolvimento de pesquisas e extensão afins a esta temática. 

Nesse sentido, vem desenvolvendo atividades de enfrentamento da violência contra a mulher em todo o Cariri.

Poderão inscrever-se na Campanha e na II Mostra (para apresentação de trabalhos), discentes e docentes de Instituições de Ensino Superior (IES) ou da comunidade e quaisquer entidades/grupos coletivos de mulheres que desejem compartilhar/dialogar experiências no enfrentamento da violência contra a mulher e violação de seus direitos.




Por João Boaventura Neto
Miséria.com.br

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